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quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Um balão como um ambientador?

E se para deixar uma fragância agradável na vossa casa, vocês só precisassem de soprar num balão e depois soltá-lo e deixá-lo fugir livre pela casa? Intrigados? Vejam os detalhes aqui.

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Como é que ninguém ainda se tinha lembrado disto?

Há invenções tão evidentes que aparecem agora que nós ficamos a pensar: como é que ninguém se lembrou disto antes? É o típico ovo de Colombo, mas a verdade é que invenções como estas já poderiam ter aparecido há muito tempo atrás e a verdade é ninguém tratou de por as ideias em prática:

Strait-Line


Não é preciso muita explicação. O fabricante Irwin criou esta fita métrica que inclui o seu próprio marcador, para que se possa facilmente deixar uma marca sem ter de usar um lápis ou caneta que nem sempre está à mão.



Fita-cola transparente

Porque é que as peças hão-de ter aquele aspecto estragado, quando podemos usar uma fita-cola transparente que facilmente "arranja" as rachas e ao mesmo tempo mantém-se invisível?

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Como curar um osso partido em minutos e não meses

Se já partiram um osso, com certeza saberão o quanto custa. E a parte pior não é tanto quando se parte, é o processo difícil e lento de recuperação, o qual pode durar qualquer coisa entre algumas semanas e muitos meses (dependendo do osso e da gravidade).

Para tentar resolver este problema, uma empresa do Reino Unido, chamada RegenTec, criou um pequeno pó branco que é injectado numa pessoa de forma a acelerar o processo de cura de ossos partidos. É claro que as pessoas não vão sair do Hospital a correr depois de um acidente que envolva ossos partidos, mas a ideia é pelo menos melhorar o processo de cura para evitar um período demasiado longo de recuperação.

Para os mais curiosos, o "osso injectável" é uma mistura de cerâmica com ácido poliláctico. Por fora, parece apenas um pó branco. Mas quando injectado no corpo através de uma seringa, a alta temperatura do corpo provoca uma reacção que mistura os dois componentes de forma a criar uma massa dura mas esponjosa, semelhante aos nossos ossos.

Fonte: InventorSpot

sexta-feira, novembro 28, 2008

Como poupar água na casa de banho

Sempre pensei porque é que precisamos de usar água potável no autoclismo. Não haverá uma maneira simples de se poupar esse precioso recurso que é a água potável? Aparentemente, há:

Caroma, uma empresa que se dedica ao desenvolvimento de produtos de casa de banho, desenvolveu esta simples ideia para reutilizar a água usada para lavar as mãos e os dentes, no autoclismo. E a parte boa deste produto, é que não é necessário redesenhar toda a casa de banho para instalar algo como isto. O canal de fornecimento de água já lá está, só é necessário canalizá-lo para o lavatório em vez do autoclismo.


Source: EcoGeek



terça-feira, novembro 18, 2008

Como fazer bolo de chocolate em menos de 5 minutos

Se estão interessados em transformar isto...


...nisto...


...em menos de 5 minutos, então o melhor será darem uma olhada neste maravilhoso tutorial. Ensina-vos a fazer um bolo de chocolate para uma pessoa tão rápido como...bem, um bolo de chocolate que está pronto em menos de 5 minutos :-)

sexta-feira, outubro 17, 2008

Um banjo pode ser um instrumento cirúrgico

Sim, é verdade... o título está correcto: um banjo pode mesmo ser usado como um instrumento valioso de cirurgia cerebral.

Eddie Adcock é um dos pilares da música norte-americana Bluegrass. Recentemente, ele apercebeu-se de um tremor numa das mãos que poderia ameaçar a capacidade de tocar ao seu nível habitual. Para resolver esse problema, foi decidido que ele seria submetido a uma operação ao cérebro. Mas para testar o sucesso do procedimento, ele teve de tocar banjo durante o tempo todo da operação. Sim...enquanto tinha o crânio aberto e andavam a mexer-lhe no cérebro.

Os cirurgiões colocaram eléctrodos no cérebro de Adcock e um pacemaker no seu peito, o qual fornece uma pequena corrente que desliga a zona do cérebro que causa os tremores.

Não acreditam em mim? Então vejam o vídeo:



Fonte: BBC News

quarta-feira, outubro 15, 2008

Precisam de esconder alguma coisa valiosa?

E que tal se estiver no sítio menos provável? Vejam o vídeo e vão perceber...



Fonte

segunda-feira, setembro 01, 2008

Retro-blogging: os melhores posts de Setembro de 2007

Anteriormente, n'"Os Conselhos Dos Meus Amigos":

sexta-feira, julho 25, 2008

Outra forma de gerar energia enquanto se dança

Se achavam que dançar para carregar o telemóvel já era uma idea maluca, então vejam esta nova pista de dança geradora de energia:



Fonte: Engadget

quarta-feira, julho 23, 2008

Agora já podemos carregar o telemóvel onde quisermos...

A maior parte das vezes que se carrega um telemóvel lá em casa, acontece que a tomada está longe de uma mesa, secretária, móvel ou cadeira onde possamos pousar o telemóvel enquanto este está a carregar. É por isso que um simples dispositivo como este ia fazer tanto sucesso lá em casa:


Fonte: Gizmo Blog

quarta-feira, julho 16, 2008

Um sistema de segurança diferente: a sentinela de paintball

Se vivem num bairro com um ambiente "duvidoso", então talvez seja boa ideia instalarem este "sistema de segurança":



Fonte: Hacked Gadgets

quarta-feira, julho 02, 2008

Acidentes que fazem avançar a ciência

É incrível como a história está repleta de avanços científicos causados por acidentes. Um dos exemplos mais conhecidos é o da invenção da Penicilina, a qual foi descoberta em 1928 quando Alexander Fleming, saiu de férias e acabou por se esquecer de algumas placas com culturas de microrganismos no seu laboratório em Londres. Quando Fleming voltou, reparou que uma das suas culturas tinha sido contaminada por um bolor e que nessa cultura em particular, não haviam mais bactérias. Fleming tinha descoberto assim um dos antibióticos mais usados no planeta.

Em 1990, um grupo de investigadores Norte-Americanos em colaboração com uma companhia farmacêutica Japonesa descobriu por acidente, tal e qual como Alexander Fleming, um fungo que dizimava células cancerígenas. O fungo em questão contaminou algumas das culturas que os investigadores tinham criado para analisar o seu comportamento e quando os investigadores analisaram melhor o fungo, descobriram que este era bastante eficaz no tratamento de alguns cancros (principalmente do cérebro, ovários e próstata) em ratinhos de laboratório.

No entanto, os efeitos secundários causados pelo ataque do fungo a outras partes do corpo eram demasiados devastadores para que na altura se continuasse com a investigação. Foi só recentemente que os investigadores descobriram que, alterando a forma do fungo usando a nano-tecnologia mais actual, é possível criar uma "versão" do fungo que não apresenta qualquer efeito secundário porque só ataca as células cancerígenas em vez de atacar outras partes do corpo.

Este avanço científico, mais uma vez causado por um pequeno acidente no laboratório, poderá trazer esperança aos milhões de pessoas que todos os anos lidam com o flagelo do cancro.

Fonte: Reuters

quarta-feira, junho 25, 2008

Dançar para carregar o telemóvel

Esta não é uma ideia nova (sim, quando eu tinha 16 anos tive um relógio de pulso que funcionava segundo esta ideia - bastava o balançar normal do pulso enquanto andava para carregar o relógio), mas ao menos alguém se lembrou de a reutilizar para fins mais actuais. Eu realmente já tinha pensado no desperdício que ocorre todos os dias que vou ao ginásio em que fico a pedalar naquelas bicicletas e que a energia gasta por mim não é aproveitada para nada.



Pois agora já é possível aproveitar a energia cinética do nosso corpo enquanto praticamos determinadas actividades (como dançar, ou algo mais ao gosto da pessoa...) para recarregar os telemóveis, como por exemplo o DanceCharge da Orange que é mostrado na figura.

Fonte: Engadget

terça-feira, junho 24, 2008

A triste dependência do petróleo

Recentemente, falei aqui acerca de um avanço científico interessante que foi conseguido por investigadores Portugueses no que toca à utilização da energia eléctrica em automóveis. O post em questão até era bastante inflamatório porque no fundo só o centrei num conjunto de perguntas que gostaria de ver respondidas, nomeadamente ao nível de não haver o apoio necessário para saírmos desta armadilha global que é a dependência do petróleo estrangeiro. E de cada vez que vejo estas notícias, cada vez fico mais revoltado por não haver a vontade política e corporativa para avançar com soluções alternativas.

O dinheiro que o Governo gastou (isto é, que não vai ganhar) para acabar com a greve chantagista dos camionistas, provavelmente daria para financiar projectos nacionais como o referido e ajudar a reduzir a nossa dependência do petróleo.

Mas não há vontade da parte de quem tem poder para mudar esta tendência. E querem mais uma prova? Li ontem no TugaTrónica que uma companhia Japonesa inventou um carro que "anda a água". Sim, "a água"... O carro em questão extrai da água o hidrogénio necessário para fazer o carro andar e não emite CO2. Vejam o vídeo a seguir:



Ora, seria de esperar que uma notícia bombástica como esta, que pode de facto mudar a forma como o nosso planeta consome os combustíveis fósseis, tivesse um impacto maior nas notícias mundais. Mas não...

Outro exemplo: há já muito tempo que se sabe que a tecnologia de LEDs pode revolucionar a forma como as nossas casas são iluminadas, permitindo poupanças astronómicas na conta da luz, ajudando assim o ambiente. No entanto, só agora é que vemos isso a ser finalmente divulgado nos principais canais noticiosos nacionais.

Parece que anda toda a gente a dormir e só agora começam a acordar porque tiveram um pequeno gosto do que seria a vida sem o petróleo, por causa de uma greve que só durou poucos dias e que basicamente paralisou o País.

sexta-feira, junho 20, 2008

O Carro Eléctrico Português

Alguém me explica porque é que isto não teve mais impacto nas notícias Portuguesas? Porque é que o nosso governo não apoia estes investigadores? Porque é que não há mais vontade política de avançar com este tipo de tecnologia que poderá contribuir para diminuir a nossa dependência do petróleo?

quarta-feira, maio 28, 2008

O primeiro sprinter olímpico sem pernas

Eu gostaria de pensar que o meu post anterior sobre este assunto contribuiu para a decisão recente de deixarem o atleta Oscar Pistorius qualificar-se para os Jogos Olímpicos, mas eu não sou assim tão ingénuo :-)

Seja como for, é bom ver que nem toda a gente é tão pouco razoável como a Associação Internacional das Federações de Atletas. O Tribunal para Arbitragem de Desporto aceitou que não há diferença entre um atleta que não tem as duas pernas poder correr com próteses e os nadadores patrocinados pela Speedo que usam o fato de banho Speedo LZR para terem uma vantagem aerodinâmica sobre os seus adversários.

Até se pode dar o caso de que Oscar Pistorius não consiga se qualificar para os Jogos Olímpicos, mas ao menos não foi discriminado por ser deficiente.

Vamos ver como a história se desenvolve...

terça-feira, abril 15, 2008

Tecnologia para bater recordes Mundiais/Olímpicos...mas só para a natação

Speedo LZR Racer Suit é um fato de banho ultra-leve e que repele a água de forma a dar aos atletas um nadar parecido com o dos tubarões. Reduz o efeito de arrasto e a resistência da pele permitindo que o nadador ganhe aqueles milisegundos que podem fazer a diferença quando se está a tentar bater um recorde Mundial/Olímpico.

E de facto, este fato de banho dá aquele "empurrão" que os atletas precisam. Dos 39 recordes mundiais que já foram batidos desde Fevereiro, 36 foram conseguidos por atletas com este fato de banho da Speedo. Isto mostra claramente que um atleta com este fato de banho tem vantagens sobre os outros atletas.

Então isto não dá imagem errada à comunidade desportiva? A este ritmo, os recordes desportivos só serão batidos pelos atletas que têm a sorte de ser patrocinados por estas empresas.

Mas apesar das controvérsias que este assunto já originou, nada foi feito para impedir que os atletas possam usam estes equipamentos especiais.


Isto faz-me lembrar um caso semelhante mas que teve um final totalmente diferente. Oscar Pistorius, um atleta de velocidade paralímpico que não tem as duas pernas e que apenas consegue correr devido ao uso de próteses (como é evidente na imagem à esquerda), quis participar nas competições para atletas sem deficiências, isto é, nos Mundiais de Atletismo e nos Jogos Olímpicos.

No entanto, as suas pernas artificiais geraram controvérsia sobre o facto de ele ter ou não uma vantagem sobre os outros atletas. E porque as regras ditam claramente de que um atleta que use um aparelho não pode ter "vantagem sobre outro atleta que não use o mesmo aparelho", ele foi impedido de participar nas competições.

Eu não acho que esta decisão esteja errada, mas se assim é, algumas questões ficam por responder:
  • Porque é que só este atleta em particular é que não pode participar nas competições?
  • Porque é que estas regras não se aplicam aos nadadores com fatos especiais?
  • Porque é que estes equipamentos especiais não são proibidos nas competições desportivas?
  • Ou então porque é que não é dada a oportunidade a TODOS os atletas de usarem os mesmos equipamentos de forma a melhorar o nível competitivo?

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Conselho do dia: como transformar uma folha de papel numa caixa para um CD

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

10 coisas que podem fazer em casa...se tiverem tempo

Eu já tenho pouco tempo para deixar aqui uns posts, quanto mais fazer seja o que for que está nesta lista. Mas se vocês tiverem tempo (paciência e jeito) então dêem uma olhada na lista do Top 10 de projectos caseiros do blog Lifehacker.

Estes incluem o candeeiro à base de CDs empilhados, o autoclismo "mãos livres", a prateleira de livros secreta e a fechadura controlada à distância.

Aproveitem o fim-de-semana :-)

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Tecnologia espacial e o rabo de um cavalo

Provavelmente neste momento estão a pensar: "Mas que raio de título é esse? O que é que a tecnologia espacial tem a ver com o rabo de um cavalo?" Ainda bem que perguntam. E aqui vai a resposta:

Os vaivéns espaciais desenvolvidos pela NASA (como podem ver na figura à direita) têm dois foguetes que realizam a impulsão do aparelho para o espaço. Quem constrói estes foguetes é a empresa Thiokol numa fábrica no estado do Utah, nos Estados Unidos. Os criadores destes foguetes gostariam de os fazer maiores e mais poderosos mas têm uma limitação.

O transporte destes foguetes até ao Cabo Canaveral (o local onde fica a base de lançamento dos vaivéns espaciais da NASA) é feito através de comboio, porque é única forma segura de os transportar. Por causa do seu transporte ser realizado ferroviariamente e de o caminho entre a fábrica e a zona de lançamento ser pelas montanhas, o tamanho dos foguetes está limitado ao tamanho dos túneis existentes nesse percurso.

Mas então o que limita o tamanho dos túneis? Obviamente, os túneis estão feitos à medida dos maiores comboios existentes. Quem desenhou os túneis não estava preocupado em fazê-los adequados para a NASA, mas sim para os comboios que lá iriam passar.

Resta-nos então analisar o porquê dos comboios serem como são, hoje em dia. E aí a ligação é óbvia, os comboios são tão grandes, quanto as linhas em que andam. Mas quem determinou que a largura das linhas, ou melhor, a distância entre os carris (que é cerca de 1 metro e meio) seria a que é hoje?

Para percebermos isso temos andar um pouco atrás no tempo. Quem construiu as primeiras linhas férreas não sabia bem que medida usar e então optaram por usar a mesma medida que os transportes mais populares da altura (as carroças) usavam.

O tamanho dos eixos nas carroças eram estandardizados porque isso facilitava a sua construção e reparação. E assim poder-se-iam usar, para construir toda a mecânica das carruagens de comboio, as mesmas ferramentas que se usavam para construir carroças.

Mas isto ainda não responde à pergunta: quem determinou essa distância? Para sabermos isso temos ainda de andar mais para trás no tempo.

A distância entre as rodas das carroças foi estandardizada porque quem tentava usar uma medida nova arriscava-se a estragar a sua carroça por esta não "bater certo" com os sulcos deixados nas estradas de terra pelas outras carroças. Mas então, se o problema é dos sulcos, quer dizer que foram as "primeiras" carroças que causaram este problema. Mas quem é que inventou as primeiras carroças e porque é que usou essa medida fatídica?

Pois bem, a resposta está na Era Romana. Foi no tempo dos Romanos que os coches militares foram inventados. E a medida acordada na altura para o tamanho dos eixos foi determinada através de um cálculo médio do tamanho dos rabos de dois cavalos alinhados lado-a-lado, uma vez que era esse o animal utilizado para o transporte.

É interessante pensar que um dos transportes mais avançados do nosso planeta está condicionado por uma convenção que tem milhares de anos e que se baseia num rabo de um cavalo.

Irónico, não é?

Fonte